Mais fotografias, o princípio.
As fotografias deste blog são puramente aleatórias e não estão subordinadas a nenhum projecto. Sou um defensor de projectos fotográficos, são estes que dão sentido á fotografia enquanto forma de expressão.
Como explico então esta contradição entre defendo e o que e o que pratico? Tal como na música, existem os ensaios e os concertos. Este blog existe para tornar público os meus ensaios. Nele poderei mostrar também os rascunhos dos meus projectos, mas estarão certamente misturados com fotografias mais banais, realizadas sem nenhuma intenção.
Ao realizar fotografias aleatórias e sem tema, transformo a actividade fotográfica num acto de prazer e despreocupação. Este abordagem puramente lúdica e anárquica, pode ser considerada irresponsável porque é praticada por alguém que teve uma educação fotográfica. No panorama fotográfico actual, este é um comportamento de principiante. Os fotógrafos a sério, profissionais ou amadores, nas suas fotografias “públicas” nunca podem perder de vista o projecto. Nem podem quebrar a coesão com a assinatura que imprimem ao seu percurso fotográfico, sob pena de serem considerados “naif”, ou de serem rotulados de principiantes.
Quero lá saber! Não recuso a possibilidade de brevemente dar continuidade a ideias estruturadas em curso. Concordo que “o projecto” e a “coesão do estilo” são importantes. Mas eu preciso disto, preciso da liberdade de fotografar o que me apetece, sem organizar nada. Preciso da liberdade de experimentar ou de imitar. Preciso da fotografia como desculpa para descobrir e passear. Preciso da fotografia como razão para apanhar ar puro. Enfim espero que isto seja apenas uma fase.
Como explico então esta contradição entre defendo e o que e o que pratico? Tal como na música, existem os ensaios e os concertos. Este blog existe para tornar público os meus ensaios. Nele poderei mostrar também os rascunhos dos meus projectos, mas estarão certamente misturados com fotografias mais banais, realizadas sem nenhuma intenção.
Ao realizar fotografias aleatórias e sem tema, transformo a actividade fotográfica num acto de prazer e despreocupação. Este abordagem puramente lúdica e anárquica, pode ser considerada irresponsável porque é praticada por alguém que teve uma educação fotográfica. No panorama fotográfico actual, este é um comportamento de principiante. Os fotógrafos a sério, profissionais ou amadores, nas suas fotografias “públicas” nunca podem perder de vista o projecto. Nem podem quebrar a coesão com a assinatura que imprimem ao seu percurso fotográfico, sob pena de serem considerados “naif”, ou de serem rotulados de principiantes.
Quero lá saber! Não recuso a possibilidade de brevemente dar continuidade a ideias estruturadas em curso. Concordo que “o projecto” e a “coesão do estilo” são importantes. Mas eu preciso disto, preciso da liberdade de fotografar o que me apetece, sem organizar nada. Preciso da liberdade de experimentar ou de imitar. Preciso da fotografia como desculpa para descobrir e passear. Preciso da fotografia como razão para apanhar ar puro. Enfim espero que isto seja apenas uma fase.

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